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Em entrevista ao G1 Acre, o diretor da unidade, Denis Araújo, explicou que o outro detento conseguiu expelir o aparelho através do vômito. A situação se torna inusitada porque geralmente os presos costumam envolver o celular em algum material, que facilita a remoção. Mas nestes dois casos, os aparelhos foram ingeridos sem nenhum tipo de proteção.
Para os agentes penais, os aparelhos conseguiram adentrar o presídio após serem jogados sobre os muros da unidade, localizada na região urbana da cidade. O reeducando que conseguiu “vomitar” o celular vai sofrer punição de dez dias e um procedimento administrativo vai ser instaurado para apurar o caso.
O outro que foi transferido para avaliação médica em Rio Branco ficará de sanção, ainda deve ser aberto uma sindicância e ele pode pegar até mais 20 dias de corretivo – onde fica isolado e perde o direito a visitas e banho de sol.
Com informações do G1/Acre
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