O trabalho teve início na tarde de quinta-feira após uma ligação para o serviço de emergência em Cruzeiro do Sul e só terminou por volta das 3h da madrugada de sexta-feira (21). Os brigadistas não puderam usar sós as técnicas de abafamento e resfriamento, tiveram que construir um aceiro com 600 metros de extensão e provocar outro incêndio em sentido contrário, isso porque as chamas chegavam a 4 metros de altura.
Segundo Gleisson Gama, chefe da Brigada PrevFogo, o incêndio partiu de uma propriedade rural, onde o produtor ateou fogo em um roçado sem tomar as medidas adequadas de prevenção. Mesmo com a proibição das queimadas, alguns produtores ainda se arriscam em preparar a terra do modo tradicional e precisam construir os aceiros de modo que não possa colocar em risco as áreas de floresta, conforme explicou o chefe da brigada.
O trabalho da brigada começa no mês de julho quando já são registrados focos de calor, por isso, Gama defende uma contratação antecipada dos brigadistas para o trabalho de prevenção e conscientização que é realizado em escolas e comunidades na zona rural que tem contribuído para a redução no número de queimadas.
Da redação do Site Juruá Online
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